domingo, 27 de novembro de 2011

Vizinhos de Cumbica terão de sair até dezembro de 2012

Data-limite foi negociada entre a prefeitura de Guarulhos e a Infraero

Aeroportos

A vista do Jardim Novo Portugal, bairro na periferia de Guarulhos, é atualmente a de um grande canteiro de obras: o Aeroporto de Cumbica, localizado a menos de 300 metros das casas. De um lado, corre a terraplenagem do futuro terceiro terminal de passageiros. De outro, a reforma das pistas de decolagem e taxiamento.

Discutida há pelo menos 20 anos, a remoção de 594 famílias agora tem prazo para ocorrer: um ano, até dezembro de 2012. É a data-limite negociada entre a prefeitura de Guarulhos e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Desde a época em que a construção de uma terceira pista para o aeroporto era só uma possibilidade e o terceiro terminal um plano distante, as famílias vivem entre a expectativa e o medo da retirada. Agora que as obras em Cumbica começaram de fato, a iminência de mudanças ronda o dia a dia dos moradores, toma conta da conversa entre vizinhos, vira motivo de especulações. Tudo isso enquanto se assiste à expansão do aeroporto avançando a cada dia na direção das casas.

Lá os riscos são grandes, para moradores e para o aeroporto. A falta de saneamento na região, por exemplo, é apontada como principal atrativo de urubus, um perigo na aviação - e ameaça sempre presente em Cumbica. A área onde fica o bairro já foi declarada de utilidade pública em um decreto da presidente Dilma Rousseff em junho deste ano. O governo federal afirmou que a retirada das famílias deveria ser feita "amigável ou judicialmente". A Infraero diz que a fase agora é de negociação com o Ministério das Cidades, a Caixa Econômica Federal e a prefeitura de Guarulhos para estabelecer a questão do reassentamento das famílias que optarem por receber outro imóvel em vez de indenização.

(Com Agência Estado)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Entidades ambientais

Guarulhos

Entidade: GRUPO ECOLÓGICO MINKE - GEM
Endereço: Rua José Bonifácio, 457 - Casa 3 Vila Galvão - Guarulhos - SP
Cep: 07056-020
Fone: 6451-2452
Contato: Claudia Aparecida de Miranda ou Luciano Diogo
Objetivos: Qualidade de vida. Educação ambiental. Fiscalização. Mobilização da população. Campanhas com o público em geral.
Atividades: Educação ambiental; projetos com comunidades locais; campanhas de mobilização; pesquisa e desenvolvimento; fiscalização de áreas verdes do município de Guarulhos.
Projetos: Combate aos lixões de Guarulhos (região do Cabuçu). Impacto ambiental relacionado ao aeroporto de Cumbica. Reciclagem (papel, latas de alumínio e flander).

Entidade: INSTITUTO AMBIENTAL E CULTURAL TERRA AZUL - IACTA
Endereço: R. Silvio Barbosa, 291 - conj. 02 - Guarulhos - SP
Cep: 07111-060
Fone: 6468-0785
Contato: Virginia Ranali
Home page: http://geocities.yahoo.com.br/iacta01/
e-mail: iacta@ig.com.br
Objetivos: Aperfeiçoamento da qualidade de vida como um todo. Difundir junto à sociedade conceitos de desenvolvimento sustentado. Defender o patrimônio ambiental e cultural, a biodiversidade e sua preservação em diversas localidades.
Atividades: Educação ambiental; projetos com comunidades locais; projetos de conservação ambiental; campanhas de mobilização; assessoria e consultorias técnicas; pesquisa e desenvolvimento.
Projetos: Parceria com o sindicato dos químicos para o desenvolvimento ambiental. Educação ambiental em comunidades carentes. Consultorias para grupos empresariais.

Entidade: SALVANDO O MEIO AMBIENTE
Endereço: Avenida Rotary, 1255 – Vila Endres
Cep: 07042-000
Contato: Heulieda Cristovão de Macedo
Telefone: (11) 6421-9088
E-mail: heulieda@zipmail.com
Objetivos: Grupo de estudo do Meio Ambiente.
Projetos:

Aproveitamento do óleo vegetal Guarulhos, São Paulo

1 Baraldi, Aluízio pós graduando em Educação Ambiental da UDC – União Dinâmica de Faculdades Cataratas, baraldi@yahoo.com.br

2 Beato, Augusto Marcos pós graduando em Educação Ambiental da UDC – União Dinâmica de Faculdades Cataratas, marcosbeato@yahoo.com.br

RESUMO

O presente artigo tem o propósito de colaborar com a consciência ambiental das famílias envolvidas no projeto de pesquisa realizado no Colégio Estadual Ipê-Roxo, localizado na zona norte do município de Foz do Iguaçu no Bairro Cidade Nova, bem como esclarecer a essa comunidade a possibilidade de renda através do reuso do óleo vegetal pós-consumo. E confrontar os malefícios desse material ao meio ambiente se descartado de forma inadequada e o seu impacto ambiental negativo.

Hoje praticamente todos os objetos descartados podem ser reutilizados. Pelo menos a tecnologia para isso já existe, o que ainda falta são condições econômicas ou políticas para realizar a reciclagem.

Nessa perspectiva, envolver as famílias no processo de conscientização ambiental e entender sua percepção sobre o ato de reciclar é o primeiro passo para realizar uma avaliação do nível de entendimento sobre o resíduo gerado em suas residências.

A metodologia desta pesquisa foi baseada em estudos exploratórios quali-quantitativos. Como o resultado deste estudo, foi constatado que os fatores prejudiciais ao desenvolvimento ambiental local são oriundos da falta de conscientização, ou melhor, da falta de educação ambiental da população, já que se trata de despejo de resíduo diretamente no meio ambiente.

PALAVRAS-CHAVE: consciência ambiental, óleo vegetal pós-consumo, renda familiar.

1 INTRODUÇÃO

Atualmente, no Brasil enfrentamos sérios desafios um deles é a complexidade existente na problemática ambiental. Entre eles as fontes de degradação ambiental produzido a partir dos resíduos sólidos domésticos, quando gerenciados de forma inadequada oferecem risco ao meio ambiente.

Baseado num modelo capitalista que leva ao consumo crescente a sociedade de vê numa posição em que inconscientemente através da ocupação do espaço, não inspirem um engajamento na manutenção e gerenciamento de seus resíduos. Ela acredita que a solução possa partir somente do poder público, assim isentando-se de qualquer responsabilidade e motivação na preservação do meio em que vive. É tarefa de um educador ambiental desenvolver o associativismo, difundir o conhecimento e sugerir técnicas e instrumentos que inspirem o engajamento da comunidade, em prol da manutenção de sistemas ambientais sustentáveis e que gerenciem eficientemente seus resíduos.

A educação ambiental é um processo participativo, no qual o educando assume o papel de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando ativamente no diagnóstico dos problemas ambientais e em busca de soluções.

Na conferência das Nações Unidas dobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), 170 países presentes, através de seus representantes consolidaram o conceito de desenvolvimento sustentável, como diretriz para a mudança de rumos no desenvolvimento global. O fundamento deste conceito se dá através do uso racional dos recursos naturais, de maneira que possam estar disponíveis para as futuras gerações, garantindo também a construção de uma sociedade justa, do ponto de vista econômico, social e ambiental.

Nessa ocasião os governos assumiram compromissos de cumprir a Agenda 21, que nada mais é do que um plano de ação para o século XXI visando à sustentabilidade da vida na Terra sendo que a implementação pressupõe a tomada de consciência sobre a questão ambiental, econômica, social e política que cada individuo realiza na sua comunidade, exigindo a integração de toda a sociedade no processo de construção do futuro (NOVAES, 2000 p.196).

Dentro da concepção de desenvolvimento sustentável estabelecida pela agenda 21, reduzir e utilizar os resíduos e subprodutos aparece como tarefas fundamentais à sociedade atual. A escola é o espaço social e o local onde o aluno dará sequência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.

As características do lixo podem variar em função de aspectos sociais, econômicos, culturais, geográficos e climáticos, ou seja, os mesmos fatores que diferenciam as comunidades entre si e as próprias cidades (MONTEIRO, 2001).

Entretanto, em tempos mais recentes, a quantidade de lixo gerado no mundo tem sido grande e seu mau gerenciamento, além de provocar graves danos ao meio ambiente e comprometer a saúde e o bem-estar da população. Por esse motivo, o interesse de estudar resíduos sólidos tem se mostrado recente.

Uma alternativa para minimizar esse impacto ao meio ambiente é a reciclagem do óleo de cozinha pós-consumo que além evitar o descarte em local inadequado fornece uma opção de renda através da fabricação de sabão, detergente e sabonete a famílias de baixa renda.

Muitas pessoas não conhecem os danos que o óleo de cozinha causa ao meio ambiente ou então não sabem o que fazer com o óleo usado interpretando como um material indesejável após o seu consumo. Segundo Calderoni "O lixo é um material mal-amado. Todos desejam dele descartar-se. Até pagam para dele se verem livres". (CALDERONI, 2003, p.45)

Todos os dias milhões de litros de óleo vegetal são consumidos na preparação de alimento através da fritura. Ao ser descartado em esgoto ou em locais inadequados o óleo provoca desequilíbrio no meio ambiente. Como:

a)Permanece retido no encanamento, causando entupimento das tubulações se não for separado por uma estação de tratamento e saneamento básico;

b)Se não houver um sistema de tratamento de esgoto, acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas, causando danos à fauna aquática;

c)Fica no solo, impermeabilizando-o e contribuindo com enchentes, ou entra em decomposição, soltando gás metano durante esse processo, causando mau cheiro, além de agravar o efeito estufa.

2 MATERIAL E MÉTODOS

O presente trabalho foi desenvolvido e vivenciado no Colégio Estadual Ipê-Roxo localizado na zona norte do município de Foz do Iguaçu, no bairro Cidade Nova (anexo) cuja metodologia utilizada foi um questionário, proposto no capítulo 12, do livro "Métodos e técnicas de pesquisa social, do Gil (Antônio Carlos Gil, 1999). Esse é composto de cinco perguntas fechadas (apêndice).O trabalho de pesquisa foi realizada com vinte e cinco alunos do ensino fundamental , a pesquisa aborda a consciência das famílias no destino de seus resíduos com enfoque no óleo de cozinha pós-consumo. Os resultados serão apresentados em forma de gráficos.

Dos vinte e cinco questionários entregues aos alunos todos foram respondidos.

3 RESULTADOS

Figura 1.

"Segundo o art. 3°, Lei 6938/81 o "meio ambiente" é o conjunto de condições, leis, influências e interação de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida e todas as suas formas". Na figura 1 observa-se a maioria dos entrevistados (88%) entende que o meio ambiente não é apenas um fator coadjuvante na sociedade.

Figura 2.

Em relação ao consumo do óleo de soja, conforme a figura 2, pode-se dizer que todos os entrevistados o consomem , indicando a necessidade de conscientizar o impacto ambiental se descartado de forma irregular ao meio ambiente, mas também estimular a reutilização deste mesmo resíduo em forma de sabão.

O óleo vegetal é uma gordura extraída de plantas. O Brasil dispõe de uma grande diversidade de espécies vegetais oleaginosas tais como o girassol, milho, soja, oliva, arroz, uva, algodão, amendoim, canola, buriti, babaçu, mamona, dendê, urucum, entre outros. Dentre as espécies vegetais oleaginosas citadas, mais utilizada para a extração do óleo vegetal é a soja.

O cultivo da soja está sendo praticamente em todo território nacional, sendo principal produto agrícola do país, originando o seu derivado mais importante o óleo de soja.

Figura 3.

No que se referem à questão do impacto causado pelo descarte do óleo vegetal pós-consumo no meio ambiente de forma incorreta, percebe-se na figura 3, a ausência de conhecimento das causas e consequencias ao meio ambiente. Isso remota a necessidade de elaborar através de palestras e atividades com os alunos que são agentes diretos na conscientização familiar da importância de se dar um destino correto a esse resíduo, cabe ao educador ambiental ser o agente direto neste processo.

Figura 4.

Em relação aos entrevistados que fazem à separação do lixo em sua residência, verificou-se, conforme a figura 4, que a grande maioria tem o habito de separar o lixo em sua residência, isto se deve ao fato do bairro ter uma associação de catadores de materiais recicláveis.

Figura 5.

Avaliando o grau de conhecimento dos entrevistados quanto à opção do lixo como renda, observa-se na figura 5, que há um índice satisfatório de pessoas que observa o lixo como renda e não como algo indesejado.

4 CONCLUSÃO

Através dos resultados obtidos a aplicação dos questionários aos familiares dos alunos, observou-se que o problema dos resíduos gerados em suas residências principalmente o óleo vegetal pós-consumo pode ser sanado com programas de conscientização ambiental. Vale ressaltar que o Colégio Ipê-Roxo pode ser um ponto de coleta deste resíduo, além de oferecer espaço para que a comunidade possa aprender a utilizar este produto e transforma-lo em uma fonte de renda. Ações como palestras e oficinas devem ser contínuas, a participação da sociedade é fundamental para o bom relacionamento com a comunidade escolar. Neste caso o Colégio Ipê-Roxo cedeu um espaço para o armazenamento deste resíduo (anexo) e através de palestras dirigidas aos alunos e seus pais foram possíveis desenvolver um projeto no qual a comunidade possa utilizar o espaço do colégio para aprender a reutilizar este resíduo de forma consciente.

Além da reutilização deste resíduo as famílias obtêm uma fonte extra de renda, agregando valor a um resíduo rejeitado. Espera-se com este trabalho contribuir para uma melhor compreensão da viabilidade econômica do reuso do óleo vegetal pós-consumo. Evidenciando-se esta viabilidade, será também mais fácil obter os tão necessários benefícios ambientais.

REFERÊNCIAS

CALDERONI, Sabetai. Os bilhões perdidos no lixo, 4.ed. São Paulo: Humanistas,2003.

Constituição Federal – Coletânea de Legislação de Direito Ambiental. Organizadora Odete Medauar. 5. ed. Ver., ampl. São Paulo: RT,2006.

DUDAS, L. Educação Ambiental: O ciclo do lixo . Cd-rom, versão 2.1. 3R's Educação Ambiental Ltda.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social, 5.ed.São Paulo, Atlashttp://www.blogger.com/img/blank.gif, 1999.

MONTEIRO, José Henrique Penido. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduo Sólido. Disponível em: www.resol.com.br/cartilha4/. Acessado em: 04 dez.2008.

NOVAES, Washington et al . Agenda 21 Brasileira: Bases para discussão. Brasília: MMM/PNUD, 2000. 196 p.

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Jovens de Guarulhos da ONG Ecoficina buscam sustentabilidade para seus projetos através da coleta de óleo

A Ecoficina é uma ONG que atua há 6 anos na cidade de Guarulhos, trabalhando pela preservação e conscientização ambiental da população. Operando através de três tipos de atividades, a Organização praticamente nunca contou com o capital de terceiros, se sustentando através das seguintes frentes:
- Comercialização de oficinas de reaproveitamento e arte, através das quais já foram atendidas 11 mil pessoas. Entre os principais clientes, destacam-se o Grupo Pão de Açúcar e Unilever.
- Confecção de artigos ecológicos através da Linha “ArtEco”, através da qual utilizou em 2007 cerca de 6 mil garrafas PET para o desenvolvimento de produtos que estimulavam o pensamento ecológico.
- Coleta e venda de cerca de 2 mil litros de óleo de fritura usado, os quais jáhttp://www.blogger.com/img/blank.gif resultaram no volume próximo a 30 mil litros nos últimos 2 anos.
A Ecoficina acredita que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e que deve ser repensado pela sociedade, sobretudo pelo grande número de resíduos que produz em seu cotidiano. Por esse motivo, a Organização trabalha pela conservação e recuperação do meio ambiente local, pela geração de renda a partir de modelos sustentáveis eprincipalmente pela promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e da preservação de qualquer forma de vida no planeta, focando-se especialmente no público infanto-juvenil.

Ecoficinas

Guarulhos vai plantar árvores para compensar poluição de aviões

Justiça determina plantio de árvores em Guarulhos para compensar poluição de aviões. Em decisão inédita, Tribunal de Justiça de São Paulo obrigou a Gol a reflorestar uma área na cidade que abriga o aeroporto internacional mais movimentado do País.

Guarulhos vai plantar árvores para compensar poluição de aviões

Justiça determina plantio de árvores em Guarulhos para compensar poluição de aviões. Em decisão inédita, Tribunal de Justiça de São Paulo obrigou a Gol a reflorestar uma área na cidade que abriga o aeroporto internacional mais movimentado do País.
26 de agosto de 2011, Ecologia
Por Vinicius Abbate

Decisão inédita no Brasil responsabiliza empresas aéreas por poluição de aviões em Guarulhos. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acolheu ação civil contra 42 empresas nacionais e internacionais, encaminhada pelo Ministério Publico de Guarulhos no ano passado, para a compensação dos danos causados ao meio ambiente pela emissão de gases tóxicos das aeronaves em manobras de pouso, taxiamento e decolagem no aeroporto de Cumbica. A Câmara Reservada ao Meio Ambiente do TJ-SP obrigou a empresa VRG Linhas Aéreas S/A, do Grupo Gol, a reflorestar uma área dentro de Guarulhos para mitigar os prejuízos causados ao meio ambiente.

O MP chegou a sugerir um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas todas as empresas recusaram assinar o documento. O MP apresentava duas alternativas de compensação: a implantação de florestas públicas ou a criação de um fundo municipal de investimentos para desenvolver tecnologias limpas, desocupar áreas de preservação permanente e recuperar nascentes.

A maior parte das ações contra as companhias aéreas havia sido indeferida em primeiro grau, sob a alegação de inexistência de legislação apta a determinar a compensação pretendida. O MP decidiu recorrer ao TJ-SP e a Câmara de Meio Ambiente reformou a decisão de primeira instância, anulando o indeferimento da petição inicial da ação civil pública ajuizada contra a empresa VRG Linhas Aéreas S/A.

É a primeira decisão do TJ-SP sobre aquecimento global a reconhecer existência de impacto ambiental em operações de pouso e decolagem de aviões.“Essa decisão representa uma vitória do Meio Ambiente. É ainda mais significativa nos dias de hoje, em que se discute seriamente o impacto da poluição sobre a saúde das pessoas”, afirma o prefeito Sebastião Almeida, que também é vice-presidente para Assuntos das Cidades Aeroportuárias da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). “Trata-se do primeiro grande passo na luta para melhorar as condições ruins do ar nas regiões próximas aos aeroportos em todas as cidades do País”.
Poluição aérea

Segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), um avião lança 34,5 toneladas de CO² em uma viagem de ida e volta de São Paulo ao Rio de Janeiro. Por ano, o volume de CO² chega a 14,4 milhões de toneladas só no Aeroporto de Cumbica. Para captar o gás carbônico da atmosfera deveriam ser plantadas anualmente 2,9 bilhões de árvores. No entanto, isso seria fisicamente inviável, pois exigiria uma área total de plantio 51 vezes maior do que a cidade de Guarulhos.

De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), em 2050, a aviação será a maior fonte de emissão de CO² do planeta. Os aeroportos, além de causarem danos à saúde da população que mora nas cidades onde eles estão instalados, são co-responsáveis pelas instabilidades climáticas decorrentes do aquecimento global, tais como chuvas intensas, secas, tornados e furacões.

Guarulhos tem programa de aquecimento solar à população de baixa renda

Por Vinicius Abbate

A Prefeitura de Guarulhos (na Grande São Paulo) assinou parceria com a EDP Bandeirantes, para implantação de aquecimento solar junto à população de baixa renda.

Inicialmente, na execução de um projeto piloto, serão beneficiadas 100 residências do Jardim Fátima. Essas casas receberão lâmpadas compactas e sistema de aquecimento solar de baixo custo – ASBC, concebido pela Sociedade do Sol (SOSOL) e adotado no Programa Guarulhos Solar – Sol Para Todos.

A implantação do projeto deve começar na segunda quinzena de outubro, após a livre adesão dos moradores, que não terão nenhum tipo de ônus. Para falar sobre as vantagens do aquecimento solar serão feitas reunião e assembleia geral na comunidade do bairro. O projeto trará benefícios imediatos: valorização das residências e redução de até 40% nas contas de energia.

O projeto também prevê, com a participação dos moradores, a extensão de iluminação pública e campanha de orientação para uso racional de energia elétrica. A Prefeitura fará a identificação de famílias cujo perfil preencha os pré-requisihttp://www.blogger.com/img/blank.giftos para recebimento do benefício de Tarifa Social de Energia Elétrica.

Segundo o gestor de Iluminação Pública da Secretaria de Obras, Paulo de Tarso Carvalhaes, com a iniciativa ganham a comunidade e o meio ambiente. “A redução na conta de energia é uma economia que equivale para muitas famílias ao valor de uma cesta básica. Já a diminuição da demanda do sistema convencional alivia as redes de distribuição, reduzindo as perdas de eletricidade e também a queima de combustível em usinas térmicas, o que colabora em muito para o meio ambiente”, diz.
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domingo, 6 de novembro de 2011

Alimentos Orgânicos em Guarulhos

Telefones (19) 3647-1321 / 3647-1192 / 3647-1355
Como funciona a entrega?

O Sítio A Boa Terra semanalmente prepara uma cesta de alimentos orgânicos da estação, entre Legumes, Verduras e Frutas, e uma variedade de hortifrutis a escolher que são entregues em sua casa. Assim você cuida da sua saúde e sente o sabor autêntico dos alimentos, isentos de agrotóxicos e adubos químicos.http://www.blogger.com/img/blank.gif
A cesta é composta por 10 a 11 hortaliças da estação, entre legumes, veduras e frutas. Junto com ela você recebe o Informativo Semanal "Vida Saudável" com receitas, artigos ligados a saúde , produção e ecologia , além de dicas de saúde.

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